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quinta-feira, 7 de julho de 2011

5 dicas de Marketing durante a crise

Em alturas de recessão, a tendência é a de comprar menos, pois há menos dinheiro disponível. Assim, torna-se necessário tomar algumas atitudes e adaptarmos algumas técnicas de Marketing, ajustando o comportamento do consumidor ao que pretendemos vender.

Podemos também entender estas técnicas, quando analisadas do ponto de vista do consumidor, afinal todos somos ao mesmo tempo fornecedores e consumidores, sendo isto válido quer em termos comerciais quer em termos profissionais (já que no local de trabalho também temos que saber “vender” as nossas competências).

Aqui ficam então, algumas dicas para ajustar o marketing ao consumidor em períodos de recessão econômica:

1 – Descontos e Incentivos
Em alturas de recessão, é importante justificar o preço de qualquer compra, assim oferecer descontos ou incentivos pode ajudar o consumidor a decidir a compra. Se o consumidor estiver indeciso entre dois produtos, o que tem desconto levará certamente vantagem sobre o que não ofereça desconto.

2 – Valorizar o benefício do preço sobre outras opções
Um dos maiores problemas, como já referi, será o preço do produto, portanto será importante que demonstre que a sua recomendação será uma mais valia para a aquisição de um produto. Faça comparações com outros produtos semelhantes existentes no mercado e prove que está a dar a melhor opção.

3 – Aumentar o valor percebido
Ainda mais importante, é demonstrar e valorizar o valor percebido pelo consumidor. São os chamados “Bônus Temporais” do gênero: “Encomende agora e poupe 50%” ou “Encomende agora e a entrega é gratuita”.

4 – Vendendo artigos “uteis”
É da máxima importância que as pessoas considerem que estão a adquirir artigos úteis, e não os vejam como um luxo desnecessário, ou cuja compra pode ser adiada. É importante fazer passar a mensagem de que se trata de algo útil para o dia-a-dia, não se trata de algo para “durar uma vida”, mas sim de algo útil para rentabilizar o cotidiano.

5 – Qualidade
Finalmente, é importante que o consumidor sinta que está a comprar algo de qualidade, ou seja algo que irá passar no “teste do tempo” , uma vez que quando se tem menos dinheiro para gastar a compra tem tendência para ser mais racional do que emocional. Assim, a mensagem a reter é de que será um produto que não necessitará de ser substituído rapidamente, sendo mais durável do que outros produtos semelhantes existentes no mercado.

Resumindo, o marketing em tempos de recessão deve ser aplicado tendo em conta não só as necessidades de quem vende, mas essencialmente considerando as atitudes de quem compra.


terça-feira, 5 de julho de 2011

Dicas para tornar seu site bem sucedido


As vantagens que se ter um site são muitas, sua empresa fica visível para todo o mundo e 24 por dia.

Mas para se ter o retorno desejado é preciso seguir algumas dicas básicas:

#1 Simplicidade – O site precisa ter um bom design e um bonito layout, mas o principal é a facilidade na navegação. Se o visitante não puder achar rápido a informação que procura, ele irá fechar a sua janela e irá visitar o seu concorrente.

#2 Velocidade – Você tem exatamente quatro segundos para atrair a atenção do visitante. Se o seu site demorar muito para carregar você poderá perder muitos dos seus potenciais clientes. Vivemos em um mundo corrido, onde, tempo vale ouro. Acredite, o visitante não irá esperar horas sua página carregar.

#3 Objetividade – O seu site precisa ser o mais objetivo possivel. Você certamente não quer confundir seus clientes em meio a tantas imagens e itens em uma só pagina. Crie várias páginas e divida o seu conteúdo. Faça de cada página simples e objetiva.

#4 Navegação Fácil – O cliente gosta de comodidade e facilidade. Certifique-se que em cada página aberta existe um link que leve o visitante para página principal. Quanto mais fácil de navegar, mais possibilidades você tem de vender.

#5 Dominio Próprio – Você pode optar pela opção de ter um dominio não pago. Isso pode ser uma ótima ideia se você não visa lucros. Mas se você está tentando transmitir credibilidade a seus clientes, tenha um dominio próprio com o nome da sua empresa ou com o seu próprio nome se, por exemplo, você é consultor independente. Pagar um pouco mais por um domínio único vale muito a pena!

quarta-feira, 22 de junho de 2011

10 dicas para campanhas de Marketing Digital

O marketing digital hoje possui diferentes formas de divulgação para atrair a atenção dos usuários, vídeos, redes sociais e sites interativos é uma realidade. Com o avanço da internet e de novas tecnologias, como exemplo os smartphones e o Ipad, o marketing digital tem extrema importância para as empresas que querem se destacar no mercado competitivo. Por isso segue 10 dicas de como realizar as campanhas com eficiência, visando maiores resultados:

1 – Integração total: não podemos pensar em marketing digital separado das estratégias de marketing da empresa. O marketing é um só, são ações únicas aplicadas a diferentes meios. Cada mídia oferece um diferencial e esse deve ser explorado para aumentar o retorno, as campanhas na web têm suas vantagens e peculiaridades que devem ser bem trabalhadas para aumentar os resultados das campanhas.

2 – Acompanhamento das ações: medir os resultados, com ferramentas de web analytics é essencial. Na internet a navegação do usuário e suas ações podem ser mensuradas e trabalhadas, são úteis para auxiliar no planejamento de novas campanhas, sempre otimizando as campanhas e melhorando os resultados.

3 – Otimize para os buscadores: os mecanismos de busca são a maior porta de entrada para o marketing atual. Melhor do que anunciar e atingir seu público-alvo, é ser encontrado pelos consumidores, seja através da busca orgânica ou por links patrocinados. Marcas que estão no topo das buscas geram mais credibilidade e valor para os usuários. Estratégias de SEO (Search Engine Optimization) são bem vindas.

4 – Relevância e Consistência: seu site está relevante e é encontrado com facilidade nos buscadores, é um bom começo, mas este site deve ter um bom conteúdo e suprir as expectativas do usuário, ou seja, ter consistência. O usuário não pode ficar frustrado, ele deve conseguir realizar uma ação que planejava, encontrar as informações que queria.

5 – Mais interação: a interação entre usuários e empresa é fundamental, não adianta só comunicar, a empresa deve conversar e criar relacionamento com o seu cliente.

6 – Redes Sociais: são ótimas para colocar a interação em prática, assim como qualquer campanha de marketing digital, as mídias sociais exigem monitoramento.

7 – Banners: apesar desta mídia ser considerada antiga, é uma ótima ferramenta de interação. Chama a atenção dos consumidores e gera tráfego para os sites, permite criar ações com interação com os usuários, devido à flexibilidade de formatos e posicionamentos nas páginas, o que vale é a criatividade para explorar os banners a favor das marcas.

8 – Vídeos: muito utilizados para atrair os clientes e divulgar os produtos, também podem ser utilizados para postar qualquer tipo de conteúdo que seja relevante para o usuário.

9 – Entretenimento: tudo o que é divertido envolve e conquista os consumidores, que passa mais tempo interagindo com a marca. Vale jogos, aplicativos, divulgar nas redes sociais, em smartphones, no site da empresa ou blog.

10 – Dispositivos móveis: os smartphones e o Ipad são uma realidade, o marketing digital adaptado para estas mídias são super importantes, é preciso adaptar as campanhas para estes meios, explorando o que há de melhor nos recursos mobile.

Fonte: Blog do Curso de E-Commerce

quarta-feira, 15 de junho de 2011

Como estimular a comunicação interna entre as equipes?

Por Patrícia Bispo


Quem, quando criança ou mesmo na fase adulta, nunca participou do "telefone sem fio"? Aquela brincadeira aonde um grupo de pessoas se reúne e uma delas repassa uma informação para o outro, falando bem baixinho, no ouvido do colega. Em seguida, a "notícia" é repassada à pessoa seguinte e assim sucessivamente, até chegar ao último. Esse, por sua vez, fala em alto e em bom tom o que escutou e entendeu. Até hoje, nunca ouvi um consenso entre a informação inicial e a final. Sempre, no meio do caminho, há distorções, troca de nomes de pessoas ou lugares, e até mesmo a inclusão de fatos que em nada tem a ver com o que foi dito no início da brincadeira. A princípio, isso pode parecer sem importância por se tratar de um momento de descontração entre amigos.

No entanto, fato similar ocorre no dia-a-dia das empresas. Prova disso, são os ruídos, os rumores e as fofocas que transitam pelos corredores da organização, dando margem e "credibilidade" à tão conhecida "rádio peão". Ao contrário do que muitos possam imaginar, trabalhar o fluxo de informações no ambiente de trabalho é extremamente necessário. Abaixo seguem algumas sugestões para quem não quer ver sua empresa transformar-se em uma Torre de Babel, onde cada colaborador fala uma linguagem diferente.

1 - A comunicação interna tem um forte aliado: a liderança. Isso porque cabe ao gestor ser o agente disseminador das informações oficiais da empresa, evitando que rumores ou fofocas ganhem espaço.

2 - Para que a equipe mantenha-se informada sobre o que envolve assuntos relacionados à empresa e às suas atividades laborais, a realização de reuniões periódicas torna-se um recurso valioso.

3 - Ao promover os encontros com a equipe, o gestor deve preparar uma pauta para não se esquecer de abordar algum assunto relevante aos seus subordinados. Mesmo que tenha uma "mente de elefante", em algum momento a liderança pode deixar de mencionar um fato importante e que não pode ser deixado para depois.

4 - Se no decorrer da semana, alguma informação importante deve ser repassada aos colaboradores, o gestor não deve esperar. É aconselhável que se faça uma reunião "extra". Isso pode evitar, por exemplo, que um rumor sobre demissão em massa tome proporções que fertilizem a imaginação das pessoas e as deixem preocupadas.

5 - Lembre-se que comunicação pede um fluxo de informações. Ou seja, não é suficiente apenas repassar um dado, um acontecimento. É preciso abrir espaço para que os funcionários possam tirar dúvidas e apresentar sugestões. Afinal, eles fazem parte da organização e como tal, merecem o direito serem ouvidos.

6 - Durante a reunião com a equipe, é interessante que as informações mais relevantes sejam anotadas e, posteriormente, registradas. Essa "Ata" poderá ser distribuída no mural do departamento ou através do e-mail corporativo. Caso algum funcionário não tenha comparecido ao encontro, ele também ficará ciente do que foi mencionado, debatido ou analisado na sua ausência.

7 - Caso alguma questão seja apresentada por um colaborador e o gestor não tenha a resposta exata naquele momento, deve-se averiguar e dar um feedback não apenas a quem fez a pergunta, mas também aos demais profissionais.

8 - Mantenha-se disposto a dar mais informações aos membros de sua equipe. Algumas pessoas podem ficar inibidas para apresentar dúvidas, fazer questionamentos diante dos colegas.

9 - Se um membro da sua equipe procurá-lo para tirar alguma dúvida ou mesmo quiser conversar sobre alguma "novidade" que circula pelos corredores da empresa, não hesite em ouvi-lo. Mesmo que naquele momento a liderança esteja resolvendo algum assunto que não pode "esperar", deve-se pedir ao colaborador que volte em algum outro horário. Mas, nunca se deve mostrar ar de desdém, pelo contrário. Pois se isso ocorrer, dificilmente aquela pessoa recorrerá novamente à sua liderança.

10 - Quando a organização oferece canais de comunicação formais como impressos, email corporativo ou intranet, por exemplo, a liderança deve aproveitar esses recursos e estimular que os membros da sua equipe leiam o conteúdo divulgado. Essa é uma forma de disseminar informações com total credibilidade.

Fonte: RH.com.br

quarta-feira, 1 de junho de 2011

13 táticas para trabalhar com Mídias Sociais

Com o crescimento exponencial, no ano passado do Facebook e Twitter, os marketeiros já se deram conta que a mídia social é um elemento necessário em qualquer estratégia de marketing integrado.
Mas mídia social é um conceito relativamente novo e, de algumas formas diferente de mídia tradicional. O desafio é alavancar meios de comunicação social de forma eficaz para construir sua lista de perspectiva e a base de clientes, impulsionar as vendas e desenvolver os defensores dos clientes.
Os especialistas em Marketing intuitivamente entendem isso, mas precisam usar algumas táticas para ajudar a construir um plano de marketing para mídias sociais que atinja estes objetivos.


Aqui estão 13 táticas de ação:


1. Entender como e por que membros de seu mercado alvo usam a mídia social.
Como acontece com qualquer plano de marketing, é fundamental conhecer o seu público-alvo para que você possa desenvolver-se devidamente, adaptando o conteúdo e as comunicações para satisfazer as suas necessidades. Aqui estão três fatores a considerar para compreender melhor porque eles participam em meios sociais:
- As pessoas querem se conectar com as pessoas que têm interesses semelhantes para se socializar.
- As pessoas estão procurando expandir sua rede de relacionamentos, especialmente em situações em que precisam de uma referência pessoal.
- As pessoas utilizam meios de comunicação sociais como um filtro de pesquisa para obter entrada a partir de fontes confiáveis.

2. Desenvolver conteúdo que atenda às necessidades e interesses dos consumidores.
Isto deve ir além da simples transmissão de alguma oferta. Você deve limitar promoções para um total de 12 mensagens, no máximo. Especificamente, fornecer informações que atendam os clientes e as necessidades dos participantes de mídia social. Lembre-se, com os meios de comunicação social, o seu público é mais amplo do que o seu mercado alvo. Considere os seguintes tipos de conteúdo e informações:
- Fornecer suporte ao produto ou informações de como utilizar. Isso é particularmente útil para incentivar a compra (por exemplo, receitas) ou para fornecer instruções adicionais sobre a pós-compra.
- Referir-se aos interesses pessoais dos consumidores . Além disso, considere como alvo as comunidades no Orkut ou Facebook.
- Fornecer humor, porque todo mundo gosta de ser entretido.


3. Atuar como um canal de comunicação com notícias relevantes agregadas, anunciar reuniões etc...
Use uma variedade de formas de conteúdo para compreender o papel que cada um desempenha na mídia social. Uma combinação de tempo e informações específicas é necessário. Alguns tipos de meios de comunicação social levam as pessoas a seu site e suas outras páginas da comunicação social. Entre os formatos diferentes a considerar são artigos, comentários (incluindo as opiniões, discussões e tweets), no blog, fotos, áudio, vídeo, apresentações e nos eventos transmitidos através de eventos onde uma pessoa presente no evento re-transmite para sua audiência o evento através do twitter ou outros meios.


4. Permitir aos participantes meios de comunicação social para compartilhar conteúdo.
Isso se aplica ao conteúdo do seu site e de terceiros. Disponibilize maneiras do seu conteúdo ser divulgado no twitter, no orkut, facebook, ning, digg etc…. Lembre-se, a informação é a moeda em seus relacionamentos.


5. Apoiar e promover o conteúdo gerado pelo participante.
Esta deve ser em uma ampla variedade de locais, incluindo os comentários dos consumidores, as análises e discussões em sites de comunidade e quadros de avisos, e veículos como o TripAdvisor, Yahoo Respostas, ou LinkedIn.


6. Integrar informações sobre o produto em seu conteúdo / história.
Isso é necessário para os leitores encontrarem o seu produto. Faça os produtos serem parte de sua história. É importante que o seu site e páginas de compra sejam otimizados para que os visitantes possam compartilhar, guardar informações e comprar.


7. Alavancar a capacidade de mídia social para que tenha função de pesquisa.
Em parte, o tempo do Twitter no local é baixo em relação a sites como o Facebook, pois ele atua como um motor de busca através do envio de leitores para outros sites e conteúdos.


8. Utilizar o conteúdo nos meios de comunicação social para ajudar a construir a otimização de busca orgânica.
Fornecer conteúdo rico em palavras-chaves e links para outras áreas do seu site e oferecer informações relacionadas. Isto é particularmente importante com a introdução do real, resultados de pesquisa do tempo.

9. Escutar, interagir e reconhecer os consumidores.
Eles querem ser ouvidos e reconhecidos. Eles querem que a interação humana, não uma comunicação automatizada.


10. Proporcionar rapidez e agilidade – reagir a eventos que vão se desenrolando.
Por exemplo, pessoas mobilizadas com a causa do Haiti poucos minutos depois do terremoto. A chave é fazer com que suas comunicações sejam relevantes numa base individual e permitir contribuições menores.


11. Participar nos meios de comunicação social, com uma voz humana e uma história pessoal.
Isto remete para o “The Cluetrain Manifesto”. O Blog mídias sociais já postou sobre o Manifesto Cluetrain.


12. Incentivar os funcionários/parceiros a participarem dos meios de comunicação social.
Confiar neles para construir relacionamentos fora dos canais tradicionais de vendas, suporte e serviços. Desenvolver orientações para capacitar seus funcionários e dar-lhes uma formação adequada. Isto dá à sua empresa um verdadeiro rosto humano e reforça a coesão interna e externa.


13. Divulgar conversas relevantes, respostas, relacionamentos com clientes e vendas através de fóruns de comunicação social.
Além disso, as iniciativas de medida especificam quais são as mais eficazes para a sua oferta e base de clientes. Use estes resultados para ajudar a modificar e aperfeiçoar as suas táticas.
No geral, é importante que os comunicadores saibam que mídia social não é uma campanha específica, ou conjunto de iniciativas. Ela exige uma mudança de mentalidade, que exige o compromisso contínuo e atinge toda a organização.
O uso criativo dos meios de comunicação social é fundamental para garantir que a sua “viralização” contínua esteja em sintonia com as necessidades dos consumidores de hoje.

quarta-feira, 25 de maio de 2011

Três ideias para a visibilidade dos anúncios online

A publicidade na TV leva vantagem em relação à publicidade na internet. Por ocupar todo o espaço e tempo disponíveis na tela, o anunciante transmite sua mensagem por completo, sem disputar a atenção do telespectador com mais nada. O intervalo comercial, como o nome sugere, interrompe a programação normal.

Diferentemente do que ocorre na televisão, os anúncios na web competem com o conteúdo do publisher. Com o objetivo de conquistar o internauta, os publicitários têm que se desdobrar para encontrar soluções bastante inovadoras.

Já existem novos meios de apresentar anúncios na internet, tornando-os bem mais visíveis. Além de atraírem a atenção do internauta para longe do conteúdo do publisher, não são intrusivos. Para isso, os publicitários devem lidar com o navegador como se fosse apenas uma moldura, quebrando os moldes do banner convencional aplicando, por exemplo, Flash e vídeo. Assim conseguem despertam o interesse do usuário que vai se concentra apenas no conteúdo do anúncio.

Disponibilizamos algumas sugestões capazes de ampliar a visibilidade dos anúncios na web. Confira a seguir três exemplos bem sucedidos de anúncios online.

Vídeo
A combinação entre vídeo e banner provou ser, sem sombra de dúvida, uma das melhores maneiras de deixar os anúncios online mais eficientes. Dados de um levantamento realizado pela MediaMind apontam que a inserção de um vídeo influencia positivamente quase todas as métricas. O Dwell Rate chega a crescer 30%. Já o Dwell Time pode até dobrar. O CTR (Taxa de Cliques) também dobra. E a Taxa de Conversão, aumenta.

O vídeo não serve apenas para promover mais interação e engajamento. Por possuir uma narrativa convincente, melhora a percepção da marca. Para ser eficiente, não precisa ser longo. Com menos de cinco segundo de duração, o anúncio do filme Incontrolável consegue transmitir a mensagem do filme e prende a atenção. Na peça, um trem percorre toda a homepage, da esquerda para a direita, e resume os pontos essenciais da película.

O Banner Pushdown
Você já percebeu em qual ponto seus olhos mantêm o foco enquanto uma página carrega? Já mesmo? Então o topo da página parece ser o local ideal para posicionar um banner. O formato Pushdown possui uma grande vantagem em relação a um banner comum, pois empurra para baixo todo o conteúdo do publisher. Desse modo, libera mais espaço para a mensagem do anunciante, retendo mais a atenção do internauta. Com um Dwell Rate de 7,7%, cerca de oito em cada cem impressões podem receber um engajamento com duração superior a um segundo.

Para ilustrar a utilização desse tipo de banner, vamos ver o que a Adidas fez na Espanha. A partir do momento em que a página começa a carregar, o banner se expande. O anúncio, então, apresenta três jogadores de futebol da seleção espanhola, fato que chama a atenção do internauta imediatamente. O internauta insere seu nome em um campo em branco e, em seguida, pode vê-lo nas costas da camisa do jogador escolhido. Também há a possibilidade de selecionar outros jogadores, ligar a webcam e fazer parte do anúncio. Essa campanha combina características sociais que permitem aos internautas algumas interações, como gravar, dar replay e compartilhar no Facebook.

A mensagem fora da caixa
A partir do momento em nos habituamos à localização do anúncio em relação ao conteúdo do publisher, os anunciantes são desafiados a quebrar os padrões vigentes para entregar uma mensagem que vai muito além do banner e que deve prender a atenção do internauta.
Para anunciar o novo eee Slate, a Asus e a Microsoft decidiram apresentá-lo como um produto diferente de um computador comum. As duas empresas conseguiram transmitir essa mensagem desenvolvendo dois banners sincronizados que exploram, literalmente, a ideia de “pensar fora da caixa”.

No banner localizado no topo da página, uma menina estica o braço até outro banner no meio da página para pegar aquilo que parece ser apenas um PC. Porém, ela o transforma em um tablet. De uma maneira bem sutil, o anúncio surpreende o internauta, quebrando o molde de anúncio com um banner padronizado. Além disso, o anúncio mostra que um desktop e um tablet são dois produtos completamente distintos.

Os três anúncios ultrapassaram a fronteira dos banners convencionais. Cada qual utilizou estratégias diferenciadas, como vídeo ou formatos inovadores. Similar ao que acontece na TV, essas peças exploraram ao máximo o tempo e o espaço disponíveis, conquistando em poucos segundos a atenção dos internautas. Além disso, não foram ofuscados pelo conteúdo do Publisher.

Fonte: Boletim do Empreendedor

quarta-feira, 18 de maio de 2011

Saiba como tornar sua marca inesquecível

Especialista aponta dicas que podem ser fundamentais para o seu negócio, fazendo com que sua marca seja sempre bem lembrada pelos consumidores

Entra ano, sai ano e sempre há uma nova premiação do tipo "Top of mind" aparecendo no mercado, seja da emissora de TV, da associação de lojistas ou de uma das tantas consultorias que existem por aí. É verdade que, embora a maioria costume ouvir o público consumidor nas ruas, outras não têm critérios muito confiáveis. Mas, independente do troféu ou do certificado para expor na parede, o que você tem feito para colocar o seu negócio entre os mais lembrados?

"O segredo para fazer uma marca top of mind é a qualidade das ações de branding. Elas precisam ser únicas e relevantes para o consumidor", afirma Marco Antônio Rezende, diretor de Branding da Cauduro Associados.

O especialista diz ainda que as ações "precisam ser estratégicas e duradouras, ir muito além de uma simples campanha de publicidade, trimestral ou semestral. A marca precisa falar uma linguagem consistente e integrada. E, principalmente, a marca precisa ser verdadeira, sempre verdadeira".

Aspecto real, atratividade e certeza antecipada

Segundo o executivo, teoricamente, há dois caminhos que contribuem para a criação de marcas top of mind. O primeiro resulta da chamada base quantitativa. Neste processo, a identificação do consumidor com a marca acontece em três níveis diferentes: aspecto real, atratividade e certeza antecipada. No aspecto real, o consumidor vai perceber se a marca é funcional, irá avaliar o preço produto e a durabilidade.

Um exemplo interessante é a fabricante de utensílios de cozinha Tramontina. Desde o início, em 1911, o principal produto da Tramontina ressaltou atributos como inovação, design e, especialmente, o material 100% inoxidável, que não enferruja.

A atratividade, por sua vez, está relacionada à emoção, ao objeto de desejo. Ou seja, o produto precisa ser atraente. Um exemplo simples é a seleção de uma fruta em uma feira. Observamos a cor, o aspecto, o formato, o brilho e, por fim, escolhemos aquela que parece mais atrativa.

O último nível da base quantitativa é a certeza antecipada. Neste momento, o consumidor tem a certeza de que aquele produto que ele compra lacrado virá sem defeitos e irá satisfazer todas as necessidades. Como exemplo, podemos citar uma garrafa lacrada de Coca-Cola ou uma lasanha congelada da Sadia. Ao atender positivamente aos três níveis da base quantitativa, é criada a base para a identificação do consumidor com a marca.

Rezende lembra que todos os elementos citados são importantes, e que precisam caminhar juntos. "Os três fatores influenciam o consumidor como um todo. Exprimem os três registros da psique humana. Atuam por igual. Quando um deles falha, a marca passa a ser um simples logotipo, deixa de ser capaz de determinar as atitudes e os comportamentos do consumidor", afirma.

Design e comunicação

A forma como uma marca se apresenta também é fundamental. Não há como perceber bem um negócio se ele não se apresenta bem. Entram aqui os chamados fatores qualitativos. Nesse sentido, Rezende apresenta alguns critérios que devem ser considerados para que a marca apareça bem na fita! Segundo ele, "originalidade, qualidade de percepção, beleza, capacidade de comunicar a essência da marca e, principalmente, a qualidade da recepção dos consumidores" são fatores indispensáveis na hora de definir o design de uma marca.